Ainda vai repercutir muito as cenas ridículas que ocorreram em São Januário no dia 08/07/2017. Tais cenas fizeram a imprensa mundial ressuscitar as imagens igualmente deprimentes daquela partida de Joinville no dia 08/12/2013.

Mais uma vez (apesar de serem circunstâncias diferentes) nossa diretoria fez um papelão. Atendo-me ao ano de 2017, pois águas passadas não movem moinhos, ainda estou na dúvida se a maior (me desculpem o termo) escrotice do sábado foi a postura que os vândalos ditos torcedores tiveram, o discurso já sabido do presidente querendo se pôr como vítima da oposição ou do seu nariz sujo durante tal coletiva.

Toda vez que algo ocorre assim, o discurso do apequenamento volta com força gigantesca entre os torcedores, piadas, memes de internet e gozo dos rivais não afligem e preocupam a torcida, mas o inimigo é íntimo, é conhecido e tal qual um câncer, que mesmo combatido com tratamentos e tudo mais, resiste e segue a definhar o corpo outrora saudável.

Ainda refletindo sobre o apequenamento, muitos comparam ao America-RJ, mas nem no rubro da Campos Sales a torcida se vende tanto quanto a que vai a São Januário. Só de meu conhecimento, nos últimos 5 anos, os sócios, atendendo parte da torcida, derrubaram um presidente e impediram eleições com possíveis fraudes de ocorrerem, isso num clube hoje pequenino diante da grandeza que o Vasco da Gama ainda impõe.

O pedido de desculpas foi tão ridículo quanto ele assumir a culpa pelo rebaixamento em 2015. A perpetuação da família Miranda não pode ser concretizada com as eleições de novembro. A todos nós que podemos votar, que pensemos no bem do Vasco. Chega da farra dos lacaios e das múmias, o Vasco parou no tempo. A situação é tão patética que até o Botafogo que esteve prestes a fechar as portas em gestão vem ganhando de nós.

Que o cenário pare de ser cada vez mais cavar o buraco que estamos. Que o Vasco, sua torcida e sócios consigam olhar pra cima e vislumbrar um horizonte.

Saudações vascaínas!

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